O Palmeiras viajou até Minas Gerais para enfrentar a equipe do
Cruzeiro, em partida válida pela 13ª rodada do Brasileirão 2013. Em meio a um
jogo muito ruim tecnicamente, observamos mais uma vez a arbitragem tendo
principal destaque no duelo. Tirando assim qualquer chance da equipe paulista.
O alviverde buscava recuperação no campeonato após perder em
casa para o Bahia na ultima rodada, em partida que foi muito prejudicado pela
arbitragem. Os 9 (nove) desfalques trouxeram grandes dificuldades a
consistência de jogo da equipe, trazendo uma grande perda na eficiência do
setor de armação, além de problemas nas chegadas pelas laterais.
Já a equipe do Cruzeiro que também vinha de um mal resultado,
veio com muita disposição tentando pressionar os adversários de todas as
formas. Mesmo com a grande disposição, faltava qualidade para os donos da casa
nas execuções das jogadas, apesar de uma melhor postura no campo de jogo.
O verdão até que suportava bem a pressão mineira, mas aos 36 min
era aberto o placar em favor dos donos da casa, após cobrança de pênalti
executada por Borges. Pênalti inexistente, pois se é que a falta realmente
aconteceu, ela foi fora da grande área. Mais um lance bisonho das arbitragens
prejudicando muito o Palmeiras.
Desta forma o primeiro tempo terminou, com uma vantagem
cruzeirense, e com os palmeirenses revoltados com a arbitragem.
Na volta para a parte final do jogo, Felipão executou a primeira
mudança na equipe. Obina entrou no lugar do inoperante Patrick. Impressionante
como o jovem meia não consegue desenvolver um bom futebol.
Com a alteração o verdão teve leve melhora, mas não o suficiente
para gerar grande perigo a meta cruzeirense.
Foi ai que mais uma vez a arbitragem teve papel de protagonista.
Quando Wallyson em posição de impedimento recebeu a bola na linha de fundo,
lado direito e só rolou para a entrada de Borges, que apenas empurrou a bola
para as redes, era o segundo gol mineiro, aos 10 min.
Com a grande desvantagem no marcador o alviverde não tinha muito
a fazer, a não ser se lançar para o ataque, e mesmo sem grande brilho chegava
com certo perigo, principalmente nas bolas paradas.
Alias os cruzeirenses bateram bastante, cometendo 30 faltas no
total, e levando apenas dois cartões amarelos. Já o alviverde que cometera
apenas 11 faltas na partida recebeu 4 cartões amarelos. Algo no mínimo
estranho.
Em uma boa enfiada de bola para Maikon Leite que acabará de
entrar no lugar de Daniel Carvalho, o Palmeiras viu reacender sua esperança na
busca ao menos do empate, pois o atacante foi empurrado pelo zagueiro dentro da
área, pênalti. Barcos bateu muito bem e diminuiu o marcador aos 23 min.
Betinho também entrou na partida no lugar de Barcos que já
estava cansado e sem tanta mobilidade, isto aos 32 min.
O Palmeiras buscava a igualdade no marcador, sem tanta
efetividade, mas mesmo assim após tanto insistir até conseguiu marcar, já nos acréscimos.
Maikon Leite bateu falta para a entrada de Arthur, de cabeça, marcar. Mas o
lateral palmeirense estava um pouco a frente, e desta vez a arbitragem enxergou
o que aconteceu.
Agora é a vez de nossa diretoria ter uma atitude mais
contundente, não podemos admitir de forma alguma estes “erros” constantes de
arbitragem, e apenas contra nós. Desta forma fica quase impossível obter êxito
em um campeonato tão equilibrado, ainda mais com todos nossos problemas.
FICHA TÉCNICA: CRUZEIRO 2 X 1 PALMEIRAS
Local: Estádio
Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data/hora: 29/7/2012, às 18h30
Árbitro: Fabrício Neves
Corrêa (RS)
Assistentes: Roberto Braatz (PR)
e José Eduardo Calza (RS)
Renda e
público:
não disponíveis
Cartões
amarelos:
Victorino, Willian Magrão (CRU). João Vitor, Daniel Carvalho, Barcos, Leandro
Amaro (PAL)
GOLS: Borges, 36'1ºT
(1-0), Borges, 10'/2ºT (2-0), Barcos, 23'/2ºT (2-1)
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Thiago
Carvalho, Victorino e Diego Renan; Leandro Guerreiro, Tinga, Charles e Montillo
(Souza - 39'/2°T); Borges (Anselmo Ramon - 35'/2T) e Wallyson (Willian Magrão -
32'/2ºT). Técnico: Celso Roth
PALMEIRAS: Bruno; Artur,
Leandro Amaro, Henrique e Fernandinho; Márcio Araújo, João Vitor, Patrik (Obina
- intervalo) e Daniel Carvalho (Maikon Leite - 20'/2°T); Mazinho e Barcos
(Betinho - 32'/2°T). Técnico: Luiz Felipe Scolari
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